domingo, 28 de novembro de 2010

O relógio parou ás seis da tarde um dia
O tempo revolvia nostálgico, quente e abafado
A agonia do mesmo dia se repetia
As boas novas não eram tão boas nem tão novas
Havia muita frustração e tristeza por um passado que revolvia a felicidade ferida
Aquilo que não voltaria e que portanto
não fazia mais nenhum sentido faria
se tivesse sido outro dia

As flores das horas por trás do relógio
tic tac das auroras envelhecidas
dos chamados sem ouvidos
das tristezas horas impróprias
O relógio das horas adivinhas das horas pressentidas pronunciadas indevidas
A aurora das eras vindouras bem vindas
tranquilas e duradouras..
O tempo do relógio entre vinha.

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