quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Minha poesia se esvaiu como o ar de um balão
Um sopro a mais e explodiu !
Por entre horários e relógios
desgastados pelo tempo
Esse grande vento
que sopra sempre por entre tudo
Vagos ouvidos
e virgens estradas
e velhas miragens
e histórias
e dores sem melhora
Quanta demora pra um abraço apertado!
Os sentimentos se despedaçam
com a chegada da primavera
junto com as folhas secas das árvores
o vento sopra e
leva embora

...Dentes debaixo dos travesseiros
e papéis de presente debaixo do colchão!
Ás vezes é preciso ser sincero
e às vezes não
!

Sim e Não aos avessos
Ser sincera sim
mas em que sentido
de que jeito?
O que é?
Confundi a coisa
pra desconfundir o todo
!

Se der pra ver é tudo muito simples!
Porque se eu sonho eu não sou !

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