Eu queria te dizer
alguma coisa mas
prefiro mesmo ficar calada
tem coisas que soam
melhor mudas
entre os travesseiros
engalfinhadas no gosto doce
de seus lábios em meus seios
como um dia que acorda
sem que ainda tenha dormindo
com gosto de um detalhe já esquecido
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
E hoje
o que não alaga
derrete
desliza
mata
O que não treme
dispara
afunda
o que não tem fome
abocanha
O que não satisfaz
aborrece
enlouquece
deprime
O que não morre
amortece
O que não cansa
logo acostuma
paralisa
e já pouco comove
e nada resolve
O que não passa pelo coração
fica preso na áurea do pensamento
em vão
ou se perde entre a intenção e o gesto
O que não é regra
é tendência
ou vice versa
ou vide bula
mesmo sem receita
você se auto medica
O que não consegue ver
você sonha mais não se lembra
O que você não pode fazer
outros farão por você
E hoje
que já não é
nem noite nem dia
que já
crepuscula o mundo
tente acordar
de seu sono profundo
e provar o ultimo gosto
da vida sem receio
porque de fato
o mundo pende
na linha do absurdo
para a ultima era
do ser humano
cretino!
o que não alaga
derrete
desliza
mata
O que não treme
dispara
afunda
o que não tem fome
abocanha
O que não satisfaz
aborrece
enlouquece
deprime
O que não morre
amortece
O que não cansa
logo acostuma
paralisa
e já pouco comove
e nada resolve
O que não passa pelo coração
fica preso na áurea do pensamento
em vão
ou se perde entre a intenção e o gesto
O que não é regra
é tendência
ou vice versa
ou vide bula
mesmo sem receita
você se auto medica
O que não consegue ver
você sonha mais não se lembra
O que você não pode fazer
outros farão por você
E hoje
que já não é
nem noite nem dia
que já
crepuscula o mundo
tente acordar
de seu sono profundo
e provar o ultimo gosto
da vida sem receio
porque de fato
o mundo pende
na linha do absurdo
para a ultima era
do ser humano
cretino!
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A televisão espatifou se no chão
pelo jeito foi jogada de bem alto
em plena calçada da Rua Augusta
as vozes encontram se derretidas
embriagadas com seu sotaque próprio
e tom ritmado
amanhece São Paulo Fria
amanhece selva de Pedra em colisão
Eu quero te ver
mais não consigo
Eu quero dormir
e tenho sono
mas sei
não é a hora
e tenho sonhos
e tenho a cada instante
Endoidado!
Tantas
as noticias tristes !
Arre,
o que há com o mundo!
Esse velho mundo
obsoleto que não pode mais
existir direito !
Turbulento,
turbulento
Andem !
Estão todos surdos !
presos
em seu mares profundos !!
Pois, acordem marujos
A embarcação Naufraga!
pelo jeito foi jogada de bem alto
em plena calçada da Rua Augusta
as vozes encontram se derretidas
embriagadas com seu sotaque próprio
e tom ritmado
amanhece São Paulo Fria
amanhece selva de Pedra em colisão
Eu quero te ver
mais não consigo
Eu quero dormir
e tenho sono
mas sei
não é a hora
e tenho sonhos
e tenho a cada instante
Endoidado!
Tantas
as noticias tristes !
Arre,
o que há com o mundo!
Esse velho mundo
obsoleto que não pode mais
existir direito !
Turbulento,
turbulento
Andem !
Estão todos surdos !
presos
em seu mares profundos !!
Pois, acordem marujos
A embarcação Naufraga!
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