sábado, 20 de junho de 2009

È a imagem do fantasma
que percorre os caminhos do vento
que invento
que desliza no final da tarde
atrávés do invisível
do cheiro acre de muitas flores
das muitas nuvens que vão desaparecendo
das pedras do seu quintal que desapareceram
naquela tempestade em que você dormia

Onde estão ?

O "culhão "de meus sentimentos
pesaram em meu coração

Ah, esse enfermo
Esse embriagado.

meu pobre coraçãozinho atordoado
meu pequeno vampiro

Meus pés estão fincados
no chão pastosos de tua alma
escorregadia cheia de
curvas suntuosas !

Carmim

Arruda

Avelã

Azaléia


Dilatadas
minhas pupilas

Papoulas que dão vida
Opio
Alma incandescente alma viva

No topo da piramide
o papiro
na escadaria
um lindo pássaro dourado abre suas asas

Diante da boca que se cala e dos olhos que se entregam
uma imensidão de possibilidades...
Ainda inexploradas

O fantasma que ronda minhas noites
assanha minha estrada
com sonhos invisíveis
a toada do descaminho...





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