segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Um leve sabor do veneno
perdura ainda
em minhas entranhas
Mas renasce o dia
e o desejo é ir além...
Endiabrados
Indo de encontro com as ciências ocultas
Com a magia enterrada
Sob a cruz ortodoxa
Dos castelos cristãos sanguinários
Monstros de cruz na mão
e frios corações

Os torturadores da fé alheia

Refluxo da Sociedade Secreta do Saber

A verdade é solitária
E as palavras por vezes
Se perdem no vazio
São degenerativas sem saber

O ópio O ópio O ópio


A insegurança é um trovejar
na passagem trêmula na ponte dos desejos
a multidão sem rosto,
de mil vozes
que nada querem ouvir
e nada tem a dizer

A multidão sem coração
sempre espera pela queda
com sua mãos pegajosas
com seus vícios
suas bocas turvas
seus dentes furiosos
seus olhares foscos e mal intencionados
Sempre á espera pela queda do precipício
que brota da "Terra Gasta"
Carrascos
com seus próprios pescoços dependurados
E sorrisos de incertezas!

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